segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Sinto a fragilidade de ser homem
Nesta ténue memória
Dos orgasmos esquecidos
Como a hora aflita passa
E o cheiro dos mundanos perfumes.


É quando entro em ti
Sôfrego te afago e torturo
Saio exausto e incerto
Desse mundo visceral

Saio exausto e perdido
Esmorece-me a veia animal
Nesse labirinto de entranhas

Não sinto mais universo

Do que de novo, sair de ti
Criança nos teus braços*





*nota do autor: Ao encontro dessa tendência hodierna de descortinar sexo em todas as expressões artísticas, o autor deste blog resolveu tornar o sexo explícito, e assim poupar trabalho aos nossos ilustres psicólogos e exegetas.

3 comentários:

Joana Oliveira disse...

www.vidamiseria.blogspot.com

www.unidosomosmais.blogspot.com

Post-It disse...

Isto o que entra firme e hirto, sai sempre engelhado e macambuzio. ;)

Aristotélico disse...

Até tem razão, mas qual Fénix, renasce das cinzas...